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que é o FinanceLab |
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O
FinanceLab das Faculdades Ibmec representa o esforço
conjunto de pesquisa avançada, aplicada à solução
de problemas de finanças, investimentos e mercados.
Os membros do FinanceLab são os professores do núcleo
das Faculdades do Ibmec, além de colaboradores e consultores
externos, ou seja, professores de outras instituições
acadêmicas e de profissionais de mercado envolvidos
nas discussões acadêmicas nas diversas áreas
de interesse.
Além
de produzir artigos científicos, artigos de divulgação,
relatórios de pesquisa nas áreas de atuação
dos membros e realizar seminários para discussão
de trabalhos técnicos e acadêmicos, o FinanceLab oferece apoio pontual especializado na solução
de problemas técnicos complexos, bem como treinamento
em aplicações avançadas.
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| Quem
pode participar |
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Podem
participar das atividades do Finance Lab:
Nos
seminários acadêmicos, os convidados das Faculdades
Ibmec e/ou representantes das organizações patrocinadoras.
Nos
programas de treinamento especializados, quando abertos, as
pessoas devidamente inscritas. Quando fechados, somente os
técnicos indicados pelas organizações
patrocinadoras ou demandantes de treinamentos específicos.
Nos
serviços de apoio técnico especializado, os
profissionais com demandas específicas e pontuais.
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| Atuais
participantes |
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Professores do núcleo acadêmico
das Faculdades Ibmec:
Andrea
Minardi
Antonio Fiorencio
Antonio Zoratto Sanvicente
Arilton Carlos Campanharo Teixeira
Carlos A. J. da Costa
Eduardo Andrade
Fernando Augusto Adeodato Veloso
Luiz Alvares Rezende de Souza
Pedro Luiz Valls Pereira
Ricardo Dias de Oliveira Brito
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Profissionais colaboradores em outras organizações
Antonio
Marcos Duarte Jr. (Unibanco)
Cícero A. Vieira Neto (BM&F)
Flávio Ziegelmann (University of Kent - UK)
Gustavo Soares (FEA-USP)
Helio Migon (PEP-UFRJ)
Jose Scheinkman (Princeton University - USA)
Luiz Hotta (IMECC-UNICAMP)
Marcelo Fernandes (EPGE-FGV)
Marcio Garcia (Departamento de Economia - PUC-RJ)
Marcos Eugenio da Silva (FEA-USP)
Marcos Mollica (Fator-Linear)
Miguel Russo (Sul América)
Nuno Miguel C. G. de Almeida (BBA-Capital)
Soosung
Hwang (City University Business School - UK)
Walter Novaes Filho (University of Washington - USA)
Acesso ao FinanceLab
Maiores
detalhes podem ser obtidos através do e-mail.
As novidades e projetos em andamento estarão informados
periodicamente nesta página.
Links
para Softwares
Uma
compilação de softwares pode ser encontrada em
Econometric Software Links Econometrics Journal
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Seminário
FinanceLab
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Seminário
de Fevereiro 2002
ALOCAÇÃO
DE CAPITAL EM BANCOS NO BRASIL (pdf)
Antonio Marcos Duarte Júnior(Unibanco &
Ibmec-RJ)
Rogério José Furigo Lélis (Unibanco)
28 de fevereiro de 2002
Resumo:
Alocar capital para a operação de bancos é hoje uma das principais tarefas
esperadas das áreas para gerenciamento de riscos corporativos. Para tal, deve-se considerar conjuntamente
riscos de crédito, riscos de mercado, riscos operacionais e riscos legais, assim como
as visões regulamentar e econômica. Do ponto de vista regulamentar, a alocação de capital
para riscos de crédito encontra-se mais desenvolvida, ao passo que do ponto de vista
econômico a alocação de capital para riscos de mercado dispõe de meios de estimação mais
avançados. Há uma grande dificuldade ainda hoje para a alocação de capital para riscos
operacionais e riscos legais, tanto do ponto de vista regulamentar quanto do ponto de vista
econômico. Neste artigo os autores ilustram vários destes pontos, comentando sobre os
passos necessários para a implementação de uma metodologia para alocação de capital em
bancos no Brasil.
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Seminário
de Dezembro
STRUCTURAL
BREAKS AND NON-LINEARITIES FOR PREDICTING THE
PROBABILITY OF US RECESSIONS USING SPREAD(pdf)
Ana
Beatriz C. Galvão (Department of Economics - European
University Institute)
10 de dezembro de 2001
Resumo:
This paper proposes a structural break threshold model
(SBT) to the dynamic relationship between US output
growth and the spread between long and short-term
interest rates. This model is able to account for
non-linearities, parameter changes and the reduction of
the variability of output growth. The SBT model gives
better in-sample predictions of the probability of US
recessions during 1955-1999 than models with only
non-linearity or structural breaks. The assumption of a
structural break a .ects the timing and the size of the
predictions of the probability of recession for 2001.
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Seminário
de Novembro
COMOVEMENTS
AND CONTAGION IN EMERGENT MARKET: STOCK INDEXES
VOLATILITIES (pdf)
Hedibert
Lopes (IM-UFRJ)
29 de novembro de 2001
Resumo:
The past decade has witnessed a series of (well accepted
and defined) financial crises periods in the world
economy. Most of these events are country specific and
eventually spreaded out across neighbor countries, with
the concept of vicinity extrapolating the geographic
maps and entering the contagion maps.
Unfortunately, what contagion represents and how to
measure it are still unanswered questions.
In his article we measure the transmission of shocks by
cross-market correlation coefficients following Forbes
and Rigobon´s (2000) notion of shift-contagion.
Our main contribution relies upon the use of traditional
factor model techniques combined with stochastic
volatility models to study the dependence among Latin
American stock price indexes and the North American
index. More specifically, we concentrate on situations
where the factor variance are modeled by a multivariate
stochastic volatility structure.
From a theoretical perspective, we improve currently
available methodology by allowing the factor loadings,
in the factor model structure, to have a time-varying
structure and to capture changes in the series weights
over time. By doing this, we believe that changes and
interventions experienced by those five countries are
well accommodated by our model which learns and
adapts reasonably fast to these economic and
idiosyncratic shocks.
We empirically show that the time varying structure can
be modeled by our two common factors and that some sort
of contagion is present in most of the series
covariances during periods of economical instability, or
crisis. Open issues on real time implementation
and natural model comparisons are thoroughly discussed.
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Seminário
de Outubro
O PRINCÍPIO DA MÍNIMA ENTROPIA RELATIVA
NA AVALIAÇÃO E HEDGING DE OPÇÕES. (pdf)
Gustavo Aleixo (Bank Boston)
25 de outubro de 2001
Resumo:
Este artigo apresenta as recentes aplicações das
ferramentas da Teoria da Informação na estimação da
Densidade Neutralizadora do Preço da Incerteza para
fins de avaliação de opções. São discutidos os
princípios de Máxima Entropia, de Mínima Entropia
Relativa e, finalmente o princípio de Mínima Entropia
Relativa Local proposto recentemente por Edelman [7]. Os
modelos são estimados para dados do mercado brasileiro
de opções e comparados com uma alternativa proposta
anteriormente na literatura por Jackwerth &
Rubinstein [9]. No exemplo apresentado, o modelo de
Edelman mostra-se bastante robusto e com
características teóricas e práticas superiores aos
outros modelos implementados.
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Seminário
de Setembro
A JUMP-DIFUSION
YIELD-FACTOR MODEL OF INTEREST RATE. (pdf)

Ricardo
Brito (Ibmec-RJ)
27 de setembro de 2001
Resumo:
In this paper the Federal Fund Rate Target and the
one-year T-Bill are the two yield factors explaining the
movements of the term structure. Using Due &Kan [0]
approach, the two rates are consistent modeled and an
other model of the term structure results that is able to
incorporate the Federal Open Market Committee
discontinuous moves. An explicit formula for the
zero-coupon bond price is derived and the model presents
good fit to the January 990 - December 2000 Monthly U.S.
Treasury term structure. The factors level, slope and
curvature are respectively identified as the 1 -year
T-Bill, the Federal Fund Rate Target and their spread.
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Seminário
de Agosto
CHARACTERISTICS OF STOCHASTIC VOLATILITY
FOR LATIN AMERICA’S PAR BONDS (pdf)

Marcelo
Portugal (UFRGS)
30 de agosto de 2001
Resumo:
This paper uses a quasi-maximum likelihood procedure to estimate the nonstationary
stochastic volatility for the par bonds of four Latin American countries (Brazil, Argentina,
Mexico and Venezuela). The aim is to investigate the possible presence of co-movements in
volatility across these countries. The estimation period goes from August 1994 until
September 1999, including therefore the Asian and Russian crises. The estimated volatility
for the univariate model does not show any slope and is highly persistent. The multivariate
model gives a good fit to the data and shows that there is common movement.
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